Alunos voltam as aulas 04 dias após atentado em Medianeira

Paulo Martins
Política | Publicado em 02/10/2018 às 13:04

O dia foi de volta às aulas no Colégio Estadual João Manoel Mondrone em Medianeira. Alunos, professores e funcionários tentam retomar as atividades depois do triste episódio de sexta feira quando dois alunos foram baleados por um estudante da escola. Depois de 4 dias chegou a hora do retorno. 

O colégio realizou um culto ecumênico pela manhã Do lado de fora da escola era possível ouvir algumas palavras que vinham do ginásio de esportes. Depois do culto o retorno às aulas. As imagens das câmeras segurança do colégio ajudaram a polícia entender como tudo aconteceu. Outro jovem de 15 anos, que segundo a polícia estaria junto com o atirador chegou  tentar detonar uma bomba feita em casa e não consegue. 

O advogado Leandro Edilson Chibiaqui de um dos meninos que estão no centro de socioeducação em Foz do Iguaçu,  disse que seu cliente, que estava junto com o jovem que usava a arma,  não queria ferir ninguém apenas assustar . A defesa pediu a justiça a liberdade assistida.

O comentário de Paulo Martins

Este problema – em parte – foi resolvido. É preciso considerar, todavia, que “neste caso” tomamos conhecimento devido ao resultado de gravíssimas consequências, porém, quantas dezenas e dezenas de outros episódios ocorrem, ocorreram e continuarão acontecendo em nossas escolas cujos índices de violência nem sempre vem a público???  E as causas??? As causas nem sempre são apontadas, por isso, pense numa apenas para fazer sua avaliação: “uma criança sai de casa para começar a frequentar a escola, e lá chega com uma carga de valores familiares que lhes foram passados pelos pais, no convívio do lar e, no em passante de certas escolas, começam a turbinar sua cabeça com fraudes sociais e educacionais como ideologia de gênero – com cartilha oficial do ministério da educação ensinando criança a praticar ato sexual – com aula específica sobre como usar a camisinha – com certo professores de esquerda pregando ao menino que ele não é homem como afirmam seus pais – ou a menina que ela não é mulher, como ocorre em muitas escolas – que o menino pode sim casar com outro menino ou a menina com outra menina, ao contrário dos valores familiares que lhes foram passados – que virgindade não passa de um mito herdado pela estupidez, além de outras e mais outras pregações que até já se transformaram em verdadeiras paranoias?” Que processo de mutilação se passa na cabeça de uma criança, turbinando-a, abalando sua saúde mental? Acreditamos que psicólogos - terapeutas - tenham as devidas respostas, pois a doutrinação do mal não é uma simples travessura...ela pode até não se manifestar hoje ou amanhã em consequências, mas a semente que foi plantada, certamente também hoje ou amanhã germinará...e via de regra, de forma assustadora.  



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