Audiência pública discute sobre projeto de Lei Escola sem partido

Paulo Martins
Política | Publicado em 15/04/2019 às 12:43

Aconteceu nesta manhã (15), na Assembleia Legislativa uma audiência pública que discutiu sobre o projeto de Lei Escola sem partido.

Ele pretende colocar limite a ideologia de gênero e política nas escolas.

Comentário Paulo Martins:

 “Escola sem partido” é apenas um título para uma regra que poderia adotar muitos outros, já que a intenção é a mais lógica, moral, salutar, coerente e purificada em seu conteúdo de impedir que jovens e crianças sejam doutrinados na escola para seguirem horizontes questionáveis de ideologia. 

A escola é também – vejam bem – “também” um apêndice da educação familiar, mas em sua essência, está tendo que se desviar de intenções doutrinárias em termos políticos que andam tentando pregar por aí. 

Explicar aos alunos quem foi Marx é uma coisa, agora tentar pregar que sua teoria estúpida não é estúpida e deve ser cultivada é outra coisa, uma inversão pedagógica totalmente recriminável. Assim é que, se não há como impedir essa distorção na condução de uma aula, que se limite o currículo pela lei para não se corromper o valor pedagógico.

 Algo como o que apelidaram, na lavoura, de agrotóxico...Chegamos a um ponto em que tudo em termos de defensivos agrícolas é o que chamam de agro tóxico, quando se sabe que se os imperativos das regras forem observados e a origem do produto plenamente confiável, não há por que se transformar sua identificação em tóxico e, sim, em defensivo, viabilizando nosso alimento, protegendo-o de muitas pragas. 

Assim, com relação a “clima partidário-ideológico” na grade escolar o impedimento transforma-se em necessidade para que não haja desvios em busca de doutrinação. Quanto a ideologia de gênero, bem, Rui Barbosa ensinou que a expressão “verdade-verdadeira” era correta, então, se sim, nos autoriza a também afirmar que a tentativa de pregar que não há diferença entre homem ou mulher na natureza dos sexos, não passa de uma “estupida estupidez”. “Inqualificável estupidez estúpida.”



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